Raios gama ajudam a entender a formação do Universo

Heitor Shimizu, de Nova York  |  Agência FAPESP – Apenas uma pequena parcela do Universo é formada por matéria conhecida, composta por átomos e moléculas. Mais de 95% é energia escura e matéria escura, sobre as quais pouco se sabe. Mas, a depender de um grupo de cientistas brasileiros e da nova geração de instrumentos astronômicos, esse conhecimento deverá aumentar. 

“Dessa pequena porção de matéria visível no Universo, a maior parte se encontra em um estado de plasma ou, mais especificamente, é composta de gás parcialmente ionizado permeado por campos magnéticos”, disse Elisabete de Gouveia Dal Pino, professora no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da Universidade de São Paulo (USP).

Dal Pino falou sobre “Fenômenos em plasmas astrofísicos de alta energia e a próxima geração de observatórios de raios gama” na FAPESP Week New York, realizada em conjunto com a City University of New York (CUNY) e o Wilson Center de 26 a 28 de outubro no Graduate Center da CUNY. 

 

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