Gêmeas solares ajudam a diagnosticar deficiência de lítio no nosso Sol

Nosso Sol é jovem para o nível relativamente baixo de lítio encontrado por astrônomos, e os planetas que o orbitam podem ser os responsáveis

 

Luiza Caires  |  Jornal da USP  –  Um grupo de cientistas liderados por astrônomos da USP descobriu que nossa estrela tem menor quantidade de lítio do que deveria. Este elemento químico tem papel fundamental no entendimento da evolução do Universo e sua quantidade pode estar relacionada à existência de planetas orbitando outras estrelas.

Para entender como o Sol funciona, além de observá-lo diretamente através de diversos instrumentos dedicados, os astrônomos também observaram gêmeas solares, estrelas muito parecidas química e fisicamente com  Sol, de diferentes idades. Isso ajuda a entender como o Sol foi formado e qual será o seu destino ao envelhecer. Quando a taxa de lítio de algumas gêmeas solares com idades diferentes entre si foi comparada pela primeira vez, os astrônomos encontraram que a quantidade medida no Sol era a esperada para a sua idade. Acontece que nessa época, poucas gêmeas solares eram conhecidas, o que poderia trazer alguma incerteza sobre os resultados. Quando o número de gêmeas solares catalogadas aumentou, foi possível fazer um tipo de comparação mais confiável.

 

Leia a matéria completa em https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-exatas-e-da-terra/gemeas-solares-ajudam-a-diagnosticar-deficiencia-de-litio-no-nosso-sol/

 

 


 

 

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